domingo, 8 de julho de 2018

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Futebol


É uma partida de futebol

Bola na trave não altera o placar
Bola na área sem ninguém para cabecear
Bola na rede para fazer um gol
Como jogador
Quem não sonhou
Em fazer um gol, e ser jogador
De futebol?

A bandeira no estádio é um estandarte
A flâmula pendurada na parede do quarto
O distintivo na camisa do uniforme
Que coisa linda
É uma partida de futebol.

Posso morrer pelo meu time
Se ele perder, que dor, imenso crime
Posso chorar se ele não ganhar
Mas se ele ganha
Não adianta
Não há garganta que não pare de berrar.

A chuteira veste a meia que veste o pé descalço
O tapete da realeza é verde, é o gramado.
Olhando para a bola eu vejo o sol
Está rolando agora
É uma partida de futebol.

O meio campo é o lugar dos craques
Que vão levando o time inteiro pro ataque
O centroavante, o mais importante,
Que emocionante
É uma partida de futebol.

O meu goleiro é um homem de elástico
Só os dois têm a chave do cadeado
Os laterais fecham a defesa, mas que beleza, com certeza
É uma partida de futebol.
                                                                                              Samuel Rosa e Nando Reis

1- É uma partida de futebol é um poema narrativo. Responda:
a) Qual o fato narrado no texto?
b)Quem narra esse fato?

2-Segundo o texto, o torcedor de futebol demonstra orgulho do time pelo qual torce. Que objetos utilizados pelo torcedor justificam essa afirmação?

3- Relacione os versos desse poema ao que eles expressam:
( 1 ) Expressa um desejo do brasileiro.
( 2 ) Expressa o sofrimento do torcedor numa partida.
( 3 ) Expressa a paixão pelo esporte.
( 4 ) Expressa o entusiasmo do torcedor na partida.

(        ) “Se ele perder, que dor, imenso crime”
(        ) “Posso morrer pelo meu time”
(        ) “Posso chorar se ele não ganhar”
(        ) “Quem não sonhou / Em fazer um gol ser jogador / de futebol?”
(        ) “Mas se ele ganha / Não adianta / Não há garganta que não pare de berrar”

4- Como você viu, o texto retrata a paixão dos brasileiros pelo futebol. E você, também é aficionado por esse esporte? Que tipo de torcedor você é?

5- No poema há associações de imagens que expressam a importância do futebol. Leia e explique cada uma delas.
a) Bola – “ o sol”
b) Gramado – “tapete da realeza “
c) Na sua opinião, o que o futebol representa na vida dos torcedores retratados no texto?

6- Nas expressões abaixo, sublinhe a palavra que caracteriza o substantivo.
Disputa decisiva     -       torcida animada      -      bandeiras agitadas
Jogadores velozes   -       gramado macio        -      camisas coloridas
O que essas palavras expressam em relação aos substantivos aos quais se referem?

7- Lembrando de uma partida de futebol e indique imagens que correspondem aos seguintes sentimentos, para isso, utilize a internet.
a) Paixão pelo esporte.
b) Sofrimento do torcedor na partida. 
c) Entusiasmo na partida. 

http://youtu.be/sYw61d_F8Us 
http://letras.mus.br/skank/72339/





Tema da aula: Interpretação da Crônica Futebol de Rua, de Luiz Fernando Veríssimo

FUTEBOL DE RUA (Luís Fernando Veríssimo)
Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio. Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar do que a pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo noturno. Se você é homem, brasileiro e criado em cidade, sabe do que eu estou falando. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia, botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais ou menos assim:
DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. Quem jogar descalço deve cuidar para chutar sempre com aquela unha do dedão que estava precisando ser aparada mesmo. Também é permitido o uso de frutas ou legumes em vez da bola, recomendando-se nestes casos a laranja, a maça, o chuchu e a pêra. Desaconselha-se o uso de tomates, melancias e, claro, ovos. O abacaxi pode ser utilizado, mas aí ninguém quer ficar no golo.
DAS GOLEIRAS – – As goleiras podem ser feitas com, literalmente, o que estiver à mão. Tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, os livros da escola, a merendeira do seu irmão menor, e até o seu irmão menor, apesar dos seus protestos. Quando o 2 jogo é importante, recomenda-se o uso de latas de lixo. Cheias, para aguentarem o impacto. A distância regulamentar entre uma goleira e outra dependerá de discussão prévia entre os jogadores. Às vezes esta discussão demora tanto que quando a distância fica acertada está na hora de ir jantar. Lata de lixo virada é meio golo.
DO CAMPO – O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, calçada, rua e a calçada do outro lado e – nos clássicos – o quarteirão inteiro. O mais comum é jogar-se só no meio da rua. DA DURAÇÃO DO JOGO – Até a mãe chamar ou escurecer, o que vier primeiro. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.
DA FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada equipe varia, de um a 70 para cada lado. Algumas convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o golo. Perneta joga na ponta, a esquerda ou a direita dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.
DO JUIZ – – Não tem juiz.
DAS INTERRUPÇÕES – No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada numa destas eventualidades: a) Se a bola for para baixo de um carro estacionado e ninguém conseguir tirá-la. Mande o seu irmão menor. b) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar não mais de 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isto não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa ou apartamento e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação. Se o apartamento ou casa for de militar reformado com cachorro, deve-se providenciar outra bola. Se a janela atravessada pela bola estiver com o vidro fechado na ocasião, os dois times devem reunir-se rapidamente para deliberar o que fazer. A alguns quarteirões de distância. c) Quando passarem pela calçada: 1) Pessoas idosas ou com defeitos físicos. 2) Senhoras grávidas ou com crianças de colo. 3) Aquele mulherão do 701 que nunca usa sutiã. 3 Se o jogo estiver empate em 20 a 20 e quase no fim, esta regra pode ser ignorada e se alguém estiver no caminho do time atacante, azar. Ninguém mandou invadir o campo. d) Quando passarem veículos pesados pela rua. De ônibus para cima. Bicicletas e Volkswagen, por exemplo, podem ser chutados junto com a bola e se entrar é golo.
DAS SUBSTITUIÇÕES – Só são permitidas substituições: a) No caso de um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer a lição. b) Em caso de atropelamento.
DO INTERVALO PARA DESCANSO – Você deve estar brincando.
DA TÁTICA – – Joga-se o futebol de rua mais ou menos como o Futebol de Verdade (que é como, na rua, com reverência, chamam a pelada), mas com algumas importantes variações. O goleiro só é intocável dentro da sua casa, para onde fugiu gritando por socorro. É permitido entrar na área adversária tabelando com uma Kombi. Se a bola dobrar a esquina é corner.
DAS PENALIDADES – – A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar um adversário dentro do bueiro. É considerada atitude antiesportiva e punida com tiro indireto.
DA JUSTIÇA ESPORTIVA -– Os casos de litígio serão resolvidos no tapa.

http://luciamaroni.wordpress.com/2012/08/ 
http://www4.fct.unesp.br/entidades/estudantis/caef/escritos/Futebol%20de%20Rua% 20-%20Luis%20Fernando%20Verissimo.pdf




Lendas


                             
LENDA


 Lenda é uma narrativa de caráter fantástico, inventada e modificada ao longo do tempo, principalmente para explicar fenômenos que o homem não consegue explicar.
        
        assim, podemos afirmar sobre as lendas:
1-      As lendas, na maioria das vezes, surgem a partir dos fatos verdadeiros que foram sendo deturpados ao longo do tempo.
2-      As lendas procuram  explicar fenômenos não entendidos pelo homem.
3-      Nas lendas, normalmente, existem elementos da flora e da fauna onde os fatos acontecem.
4-      Nunca se sabe  a pessoa que inventou as lendas. Elas foram contadas de boca em boca, e modificadas com o passar do tempo.
5-      Os povos possuem histórias para explicar pela imaginação aquilo que não consegue compreender pela razão.
6-      Nas lendas misturam-se fatos históricos com superstições e crendices.
7-      As lendas são narrativas de caráter maravilhoso, mágico e fantástico, nas quais os fatos históricos foram deformados pela imaginação popular.
8-      As lendas são aceitas por um povo que considera tais fatos como parte de sua cultura.
9-      Quem registra por escrito as lendas não é o autor delas. O verdadeiro  autor foi o povo que acrescentou dados ao longo do tempo.
10-  Muitos escritores buscam inspiração nas histórias populares e nas lendas para escrever seus livros.
11-  As personagens das lendas nem sempre são seres humanos, podendo ser seres mágicos, mistura de animais, monstros e pessoas.
12-  Os costumes, valores e cultura popular de um povo podem ser estudados através da análise de suas lendas.

     Faça com seus colegas uma coletânea de lendas ilustradas e organize um livro de lendas da turma. Depois, escolham uma para  dramatizarem. Fundamentais no trabalho são os efeitos sonoros, as músicas de suspense, figurinos etc.. Discutam, ouçam as sugestões de todos os elementos do grupo e boa apresentação!



      A  LENDA DA MANDIOCA
                       
                        Mani era diferente das outras índias.
                        Era branca como o lírio. Era também, a índia mais bonita que já existiu na terra.
                        Os índios gostavam dela, como de um ser sobrenatural, porque em espírito  branco apareceu, em sonhos, ao cacique da tribo e lhe contou   que Mani era um presente de Tupã.                 
                        Um dia, porém, sem saber como, Mani adoeceu e morreu.
                        A tristeza na tribo foi geral e profunda.
                        Os índios choraram muito e enterraram  dentro de uma oca.
                        Todos os dias iam ver-lhe a  sepultura. E choravam, choravam tanto  que as lágrimas molhavam a terra.
                        O tempo passou...
                        Veio a primavera.
                        Na cova de Mani nasceu uma planta desconhecida.
                        A planta cresceu.
                        Um dia, os índios cavaram a terra e encontraram uma raiz. Notaram que parecia com o corpo de Mani e acreditando no milagre, comeram-na, certos de adquirirem, assim, mais vigor para as lutas. Fizeram dela, uma comida muito especial.
                        Mani existia, ainda, transformada em planta. Mani era um presente     sagrado de Tupã.
                        E os índios cultivaram com carinho o corpo imortal de Mani, transformando-o em alimento, e chamaram-lhe de: MANIOCA.
                        MANDIOCA é , pois, o nome adaptado de Manioca e significa pão da terra.

                                                                                      (Autor desconhecido) 
01-Qual é o título do texto?
02-O que é lenda? Exemplifique.
03- Quem era Mani? Descreva-a.
04- Pesquise e escreva o que representa Tupã para os índios.
05- Faça um resumo da lenda da Mandioca.
06- A mandioca é um alimento muito utilizado na culinária goiana. Pesquise e escreva uma receita que utilize a mandioca como ingrediente e organize com seus colegas um álbum.
07- Pesquise e escreva outras lendas indígenas .
08- Quantos parágrafos têm esta lenda?
09- Quais os sinais de pontuação utilizados na lenda da Mandioca? Explique para que é utilizado cada um.
10- Faça a ilustração da lenda da mandioca.

Análise Literária


Análise Literária
1. Identificação
a) Autor(a): _____________________________________________________________________
b) Obra: ________________________________________________________________________
c) Edição: _______________________________________________________________________
d) Número de páginas: _____________________________________________________________

2. Estrutura
Enredo
a) Faça um resumo da história a respeito dos personagens, do local, do tempo e dos acontecimentos.
b) Assunto: Qual é o principal acontecimento em torno da história?
c) Clímax: Que fato mais importante acontece?
d) Desfecho: Como termina a história?
e) Justificativa do título do livro em relação ao enredo.
Por que o livro teve este nome? Ele combina com a história?
3. Ambiente
Descreva o ambiente que acontece a história.
4. Tempo
Em que época acontece a história? Antiga ou atual? Como você percebeu isto?
5. Estilo
Observe o que mais aparece na história. Diálogos, narrações ou descrições? A história poderia realmente ter acontecido ou não e o porquê disso.
6. Conclusão
O que você aprendeu com a história e qual foi o objetivo do(a) autor(a) ao escrever o livro?
7. Opinião Crítica
Se você fosse autor, o que modificaria na história?

Fichamento


         

    FICHAMENTO




            Fichamento é a forma de organizar, em fichas, as informações mais importantes de textos ou de livros, por exemplo. Nas bibliotecas, o fichamento é usado com muita freqüência. Lendo a ficha de um livro, pode-se ter, rapidamente, uma idéia de seu assunto.

            Na ficha colocamos:
·         título do material (do texto ou do livro, por exemplo);
·   nome do autor (do tradutor, do organizador ou outras informações desse tipo, se houver);
·        assunto de que trata o material e idéia central (um resumo);
·        conclusão
Vejamos como fica o fichamento do texto Nossos direitos:
Título: Nossos direitos
Autor: Sônia Robatto
Assunto: os direitos da criança
Idéia principal: A criança tem direito a alimentação, roupa, casa, médico e escola. Não pode ser explorada nem abandonada pelo adulto. Se  for deficiente, deve receber cuidados especiais. Todas as crianças são iguais, independentemente da cor ou religião.
Conclusão: Convite às crianças de todo o mundo para se unirem, dando as mãos.

Agora é a sua vez!

            Com o professor e os colegas, faca o fichamento da história que você leu.
            Se quiserem, acrescentem outros dados, como ano da publicação da obra, lugar onde foi publicada e nome da editora.

FICHAMENTO

Referências  Bibliográficas:
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Título: ________________________________________________________________
Assunto: ______________________________________________________________
______________________________________________________________________
Idéia Principal: ________________________________________________________
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CONCLUSÃO: ___________________________________________________________________
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Nossos direitos



Ser criança não é fácil
Vocês não pensem que é
Criança nasce pelada
E precisa ser muito cuidada

O gato nasce com pêlo
A tartaruga nasce com casca
No pássaro nascem as penas
E na criança não nasce nada

A criança precisa  de roupas
De cobertor, manta e sapatos
A criança precisa de berço
De colo, carinhos e abraços

A criança não sabe falar
Não tem nome, precisa ser batizada
Precisa de uma casa amiga
Para ficar bem protegida

A criança precisa de médico
Para ser logo vacinada
Vacina contra tudo que é doença
Para ficar forte e saudável

Criança que não tem dinheiro
Tem na vida os mesmos direitos
A criança precisa ser educada
Freqüentar um colégio de graça.

Se a criança é deficiente
Se nasceu de um jeito diferente
Tem de ser ainda mais cuidada
Para viver com a gente, contente

Criança tem  o direito
De ser socorrida logo, na frente
No caso de acontecer acidentes
Enchentes, incêndios, calamidades





Criança não pode ser explorada
Trabalhando para gente grande
Não pode também ser abandonada
Pelos seus pais na vida largada


Todas as crianças do mundo
São irmãs de coração
Sem pensar na sua cor
Nem tampouco na sua religião

Crianças do mundo inteiro
Vamos todas dar as mãos
Fazendo uma imensa roda
Abraçando a Terra que é nossa.



de Sônia Robatto, Globo







      

ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DO DESTERRO


ORAÇÃO À NOSSA SENHORA DO DESTERRO


                        Ó Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Nosso Senhor JESUS CRISTO, Rainha do Céu e da Terra, advogada dos pecadores, auxiliadora dos cristãos, desterradora das indigências, das calamidades, dos inimigos corporais e espirituais, dos maus pensamentos, das cenas terríveis do dia do juízo, das pragas, das bruxarias, dos malfeitores, ladrões, arrombadores, assaltantes e assassinos.
                   Minha amada Mãe, eu prostrado agora aos Vossos pés, cheio de arrependimento das minhas culpas, por Vosso intermédio, imploro perdão ao Boníssimo DEUS.
                   Rogai ao Vosso Divino JESUS, por nossas famílias, para que Ele desterre de nossas vidas todos os males, nos dê perdão de nossos pecados e que nos enriqueça de Sua divina graça e misericórdia. Cobri-nos com o Vosso manto maternal e desterrai de todos nós, todos os males e maldições. Afugentai de nós a peste e os desassossegos. Possamos por Vosso intermédio obter a cura de todas as doenças, encontrar as portas do Céu abertas e ser
felizes por toda a eternidade. Amém.
                   7 PAI  Nossos... 7 Ave Marias...  e 1 Credo ao Sagrado Coração de JESUS e pelas 7 Dores de Maria Santíssima.
                   NOSSA SENHORA DO DESTERRO. ROGAI POR NÓS.



PRECE DE CURA E PROTEÇÃO

                   DEUS PAI Todo Poderoso, criador do Céu e da Terra, que deu a Vosso Filho, JESUS CRISTO, um poder infinito sobre todas as forças que existem no Universo e na Terra, perdoai todos os nossos erros e pecados, livrai-nos de nossos sofrimentos e tentações, angústias, desânimos e desesperos e tirai a confusão de nossas cabeças.
                  Pedimos também para afastar de nossa casa, da casa dos parentes e vizinhos, toda a inveja e falsidade e preservá-las de incêndios, arrombamentos e roubos.
                   Em Vossa infinita bondade, permiti que o nosso Anjo da Guarda vigie durante a noite para que tenhamos um sono tranqüilo e reparador.
                   PAI  Nosso...   Ave Maria...     Glória ao PAI...
                   Boníssimo DEUS, nós Vos pedimos que impeçais toda a ação diabólica do espírito maligno, contra as nossas famílias. Extirpai para longe de nós, o medo, as heresias, as drogas, a loucura, os espíritos de blasfêmia. Livrai o nosso Brasil do flagelo da inflação, conseqüência  terrível dos nossos pecados.
                   Em Vossa infinita bondade e misericórdia, pela Vossa palavra podeis curar as enfermidades; pelo Vosso Poder, daí saúde às pessoas que Vos recomendamos(dizer o nome...). Tende compaixão delas, restituí-lhes a saúde, a coragem, a tranqüilidade e o gosto de viver, para que possamos dar-Vos graças com a alma transbordante de paz e alegria. Por JESUS CRISTO, no amor do ESPÍRITO SANTO. Amém.


Cinco Minutos / A Viuvinha (José de Alencar)





1)      Marque a alternativa correta. Em A Viuvinha  e em Cinco Minutos,  o autor:
(   ) focaliza o índio na fase anterior ao contato com os colonizadores.
(   ) com uma linguagem de grande teor poético dá um tom lendário para a narrativa e cria um mito das origens de um povo.
(   ) retrata costumes da sociedade carioca do Segundo Reinado e em suas complicadas histórias de amor mesclam perfis femininos idealizados à duplicidade dos valores morais burgueses.

2)      Qual é o principal obstáculo à felicidade de Jorge e Carolina?

3) De que maneira, Gonçalves Dias expressa o seu sentimento nacionalista em Canção do Exílio? 

4) Na imensa obra de José de Alencar, os romances são didaticamente classificados em indianistas, regionalistas, histéricos, urbanos. Os romances Cinco Minutos  e A Viuvinha  se enquadram como romances :

5) Nos romances estudados, como a figura feminina corresponde a um dos mitos do Romantismo? 

6) Coloque (V) ou (F).
(   ) Os romances românticos tratam do amor e revelam que os conflitos entre o homem e a mulher são criados por questões interiores como ciúme, pudor, orgulho, vaidade, sensibilidade.
(   ) Carlos e Carlota formam o par romântico do romance Cinco Minutos .
(   ) Em Canção do Exílio, a saudade de eu-lírico se prende ao distanciamento geográfico e não ao distanciamento temporal.
(   ) No romance Cinco Minutos , o narrador não é personagem da história e, assim, conta-nos fatos dos quais não participa.
(   ) A obra de José de Alencar, objetivando atingir a história do Brasil e a síntese de suas origens, volta-se exclusivamente para assuntos indígenas e regionalistas, sem incursões pelo romance urbano.